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dofundo

INÍCIO | Albums | Administración |

Pé na estrada

dofundo | 11 Marzo, 2009 18:35

Who knows what’s best for me? Who says I lost my destination?
Hey boy, hey girl. O que você quer ser quando crescer?
Well, I don’t know. 
The only thing on my agenda
is refusing the destination u chose for me.
(On the road) It’s nice sometimes to know I can to be a child.
Meus dias inflamados com paixão, com sonhos habitados por realidade. 
Quando o tempo não escapava.
Refusing definitions. Refusing my picture on the wall.
Refusing my role, my assigned number, my condemned position. 
“You need to figure out what to do with your life. 
You have to GET somewhere!” 
Well, I don’t know. The only thing on my agenda is being my own master.
Ir quando eu quero, onde eu quero e porque eu quero.
How many times have you felt like walking away 
but the lack of a destination kept you inside?
Well, let me tell you my friend, we have nothing to lose but our boredom.
Então vamos sair como iconoclastas na noite 
quebrando os pedestais do destino.
E nos encontrar por acaso nesta terra sem mapas.
“Where are we going?” “Where are we going?”
Well, I don’t know. Somewhere has no definition.
All I know is that it looks like my index finger.

 


Mais ou menos isso. Na voz potente de uma baixinha. 
Na minha voz e em tantas outras. 
Não fique e leie. Saia e grite!

Do fundo. (nômade - radical - contra todas as formas de dominação)

dofundo | 01 Diciembre, 2008 02:18

De qualquer forma não se trata apenas de opção. E isso podemos dizer dos dois lados. 

Do lado da vida normal o terror está por toda a parte: o trabalho – tortura de cada dia – é praticamente um luxo, privilégio de alguns. Estabilidade será uma palavra desconhecida para a próxima geração... E a solidão cheia de mágoas!... Fantasma de quem criou e amarrou uma porção de pessoas, certo de que os contratos familiares fossem lhe garantir a segurança futura. A violência! O terror! Já haviam avisado lá atrás, que esse seria um preço alto a se pagar por essa maneira de viver. E que bom que temos nossos remédios! O Governo (Estado legalmente constituído!) que se sustenta nesses nossos medos.... Esse mesmo medo que ele ajuda a criar... Ele que nos diz a todo o momento, que sem ele reinaria a desgraça (!?). O dinheiro, o mercado, o desenvolvimento, o colapso do meio ambiente, psicólogos, cientistas, especialistas!!!!!! Estão por toda a parte, máquinas de deixar tudo como está... 

E do lado esquerdo? 

Que belo papel tem cumprido esses.... Reproduzem toda a ordem que dizem contestar em cada milímetro de suas ações.... Afastam todos os dias com suas chatices aqueles mesmos a quem dizem falar (“A Classe Trabalhadora”). Estão ainda esperando a tão sonhada revolução enquanto vivem a vida de todo mundo. Enquanto o sofrimento se espalha em escala global. Vivendo a vida que produz e reproduz o capital, cada um com sua verdade, cada comitê com seu chefe super-herói. Utilizam-se da mesma tática que os governos mais tiranos, sempre alardeando o terror: se não seguirmos suas táticas e estratégias o monstro repressor vai engolir a todos.  

Para nós se trata de ir para o fundo, a proposta desse blog é exatamente essa: Quais são seus pontos de fuga? Como combater de forma radical (indo às raízes dos problemas) esse mundo? Colar a política na vida... esse é um imperativo da nossa atividade, sabemos que a todo momento estamos produzindo... discurso, afetos, maneiras de fazer a vida... É preciso saber o que se produz, e a que preço para você e para os outros. Nessa página registramos nossa busca por maneiras de viver fora dessa ordem (comida, roupas, teto, etc, etc...), e produzimos e divulgamos textos que nos ajudem a combater e a exorcizar de nossos corpos todas as formas de dominação. Esse é mais um ponto na rede daqueles que como nós estão em cada instante procurando realizar um mundo onde caibam muitos mundos, sempre caminhando e perguntando. 

 

"Não exijam da política que ela restabeleça os 'direitos' do indivíduo tal como a filosofia os definiu. O indivíduo é produto do poder. O que é preciso é 'desindividualizar' pela multiplicação e o deslocamento, o agenciamento de combinações diferentes. O grupo não deve ser o liame orgânico que une indivíduos hierarquizados, mas um constante gerador de 'desindividualização'."

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